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Assophis relembra presidentes que não terminaram mandato

No próximo sábado (29/09), os associados do Santos FC deverão ir à Vila Belmiro para decidir se o presidente José Carlos Peres continua no cargo ou se será substituído pelo vice, Orlando Rollo. Caso Peres sofra o impeachment, não será a primeira vez que um presidente deixa o clube antes do final do seu mandato. É o que lembra Wesley Miranda, um dos 13 fundadores da ASSOPHIS - Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos Futebol Clube (*).

O caso mais recente ocorreu com Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro (foto 1). Campeão da Copa Libertadores da América em 2011, LAOR foi reeleito no mesmo ano para um segundo mandato. No entanto, ele foi obrigado a se afastar de suas atividades no clube em 2013 devido a seguidos problemas de saúde, tendo sido sucedido por seu vice, Odílio Rodrigues. Caso continuasse no cargo, LAOR também estava ameaçado de sofrer processo de impeachment.

Em 1994, Miguel Kodja Neto renunciou devido ao chamado “escândalo do Telebingo”. Kodja Neto se manteve no cargo por alguns dias por meio de liminar judicial, depois que o Conselho Deliberativo já tinha aprovado a sua saída. A presidência do clube passou, então, a ser ocupada por Samir Abdul-Hak, que ficou no cargo até 1999. Em 2016, o Santos FC concluiu um acordo com o ex-presidente Miguel Kodja Neto para o ressarcimento de R$ 9 milhões.

Nos anos 1980, o Santos FC teve a renúncia de dois presidentes. Em 1982, Rubens Quintas Ovalle (foto 2) foi substituído por Ernesto Vieira da Silva. “O Rubens Quintas não queria disputar a eleição de 1981, argumentando que precisava cuidar de sua empresa. Na véspera da inscrição da chapa, porém, o candidato dele desistiu e ele foi para o sacrifício devido à grande divisão que havia em seu grupo”, recorda Wesley Miranda.

Seis anos depois, em 1988, foi a vez de Manuel dos Santos Sá também renunciar, abrindo espaço para Otavio Adegas. A decisão ocorreu depois que o Conselho Deliberativo vetou a venda dos atletas Cesar Sampaio e Marco Antonio Cipó por US$ 1 milhão. “Cipó chamou a atenção da revista italiana Guerin Sportivo, que estampou na capa que havia achado o novo Pelé, em matéria sobre a renovação do futebol brasileiro e suas promessas”, lembra Wesley. “Manuel dos Santos Sá chegou a ser chamado de corintiano por algumas pessoas, mas este boato não procede, de acordo com um de seus funcionários mais próximos”, conclui o assophista.

(*) A ASSOPHIS é uma associação apolítica e que não se posiciona sobre o impeachment de Peres. O movimento PRÓSANTOSFC também não faz campanha pra a votação de 29/09/2018.

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