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Decepção é a marca do primeiro ano da gestão Peres

O ano de 2018 do Santos FC pode ser descrito em uma palavra: decepção. Se dentro de campo os resultados foram aquém da grandeza do clube, sem nenhum título ou nem mesmo final de campeonato, fora das quatro linhas prevaleceu a bagunça.

A esperança por uma nova gestão moderna e competente com José Carlos Peres foi se esvaindo ao longo dos meses, com uma série de demissões em cargos-chave da administração do clube.

As piores práticas da gestão Modesto Roma Jr. se repetiram em 2018. Comissões a empresários em condições não aprovadas pelo Conselho Fiscal. Transferências de atletas e contratação de funcionários que representavam evidente conflito de interesses e sem a especialização adequada. Promessas não cumpridas, como a implementação do voto à distância e um programa de ocupação das cadeiras cativas na Vila Belmiro.

No Conselho Deliberativo, Peres foi apenas mais um dos criticados. Funcionários recém-contratados eram desrespeitados, um deles inclusive chamado de “coroinha”. A imagem da camisa 3 vazou mesmo com insistentes pedidos. A reforma estatutária perdeu fôlego e matérias importantes, como a remuneração do presidente e a responsabilização de dirigentes responsáveis por gestão temerária, ainda não foram votadas. É indispensável, porém, que as medidas do Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) sejam aprovadas pelos conselheiros e pelos sócios até março de 2019.

O principal ponto positivo na parte administrativa foi a chegada de Marcelo Frazão no marketing, trazendo patrocínios e melhorando o engajamento com os torcedores via redes sociais e Santos TV.

Para o próximo ano, diferentemente de 2018, Peres não poderá alegar desconhecimento das obrigações financeiras do clube. Com uma receita extra de R$ 80 milhões graças à segunda parcela da venda do atacante Rodrygo, o ano de 2019 precisa ser marcado pela redução da dívida do Santos FC. O que precisamos também é de uma gestão consciente, pela qual passaria longe a ideia de gastar R$ 1 milhão por mês com um treinador e que respeite todos os associados e torcedores em seus pronunciamentos públicos.

Alexandre Salgado

André Dantas

Daniel Brant

Fabio Sartori

Fernando Seco Rodrigues

Jefferson Oliva

Marco Scandiuzzi

Renato Ramirez

Urbano Ferrari

Vitor Sion

 

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