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Brigador, Santos de Sampaoli tem carências e estará maduro em 2020

Após se classificar para as oitavas de final da Copa do Brasil no sufoco e jogando muito mal, o Santos começa neste domingo, às 11 horas, a sua longa caminhada no Campeonato Brasileiro. O time treinado pelo argentino Jorge Sampaoli faz sua estreia fora de casa contra o Grêmio, considerado um dos favoritos ao título.

Alternando na temporada momentos bons, como nas vitórias contra São Paulo e Corinthians pelo Campeonato Paulista, e ruins, como nas derrotas para o Vasco pela Copa do Brasil e Ituano pelo Paulistão, o torcedor santista deve estar se perguntando qual Santos que veremos neste Campeonato Brasileiro e de que forma o time se comportará.

Bom, vamos lá. De antemão eu não enxergo o Santos como um dos favoritos para a conquista do 9º título brasileiro. Acho que no máximo chegaremos à Copa Libertadores. Falo isso com os olhos de quem acompanhou e acompanha muito futebol neste planeta. Vejo o elenco do Peixe desqualificado em algumas peças e sem alternativas em outras.

Um dos principais requisitos - e não for o principal requisito – para se chegar à conquista do Brasileirão é ter um elenco forte, com opções táticas e técnicas, para aguentar a maratona de jogos, possíveis convocações, suspensões e outros obstáculos normais em um campeonato longo. O nosso elenco tem carências em algumas posições como um centroavante, substituto para a lateral-direita e um meia armador.

Outra questão a ser abordada é o método de jogo de time. Muitos torcedores têm demonstrado satisfação com as escolhas táticas e técnicas de Jorge Sampaoli. Eu concordo e acredito no seu trabalho, mas com algumas ressalvas. Gostaria de ver o Santos atuando de maneira mais vertical, um pouco parecido com a forma de jogar do Liverpool, com velocidade, mudanças de posição e letalidade. Sampaoli precisa rever alguns conceitos, principalmente em relação ao posicionamento de atletas como Victor Ferraz e Carlos Sanchez.

Se o Santos quer algo maior no campeonato, qualificar o elenco é fundamental para obter sucesso. Precisamos de um centroavante para ser titular. A chegada do camisa 9 é um pedido desde a chegada de Sampaoli. Um camisa 10 também é necessário, já que Cueva não é o 10 e tampouco será.

Por fim, acho que estamos sendo forjados para 2020. Sinto que somos um time brigador, que não desiste tão facilmente das partidas como outrora. Somos um time que está sendo preparado para voos maiores. No entanto, se o nosso treinador rever algumas questões e tiver um elenco mais qualificado, existe a chance de nós surpreendemos ainda em 2019, mesmo que isso seja improvável.

(*) Jefferson Oliva é conselheiro eleito para o triênio 2018-2020 e assíduo frequentador da Vila Belmiro. A opinião deste texto é de responsabilidade exclusiva do autor.

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