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Análise do marketing do Santos FC na gestão Peres

O executivo Marcelo Frazão chegou ao Santos há cerca de 1 ano, depois de alguns meses de indefinição sobre quem assumiria o marketing do clube na gestão José Carlos Peres. No começo do trabalho, a torcida ficou bem impressionada com acordos de patrocínio e outras melhorias no marketing do clube. No entanto, depois disso, os santistas aumentaram as suas expectativas e, em 2019, o profissional ainda não conseguiu fazer o clube evoluir muito em algumas áreas.

PROGRAMA DE SÓCIO - Permanece pouco atrativo ao torcedor e a principal mudança até agora foi a alteração no valor da mensalidade, sem que o sócio fosse sequer comunicado. Muitos também reclamam de não receber mais boletos em casa. Recentemente criado, o programa de pontos favorecendo os associados mais assíduos nos jogos ainda passa por ajustes e não beneficia sócios que residem em outro estado. Além disso, ações e eventos promovidos pelo clube para o associado praticamente inexistem fora de dias de jogos.

REDES SOCIAIS - Ponto forte da área de marketing do clube. Em abril, o clube superou 1,1 milhão de interações nas redes sociais, recorde histórico do Peixe. As gracinhas do “estagiário” muitas vezes ganham espaço na imprensa e dialogam bem com o público mais jovem, mas há exagero em algumas ocasiões.

MARCA – Mesmo com o destaque dado pela imprensa ao técnico Jorge Sampaoli, precisamos continuar na busca por mais espaço. Um problema que parece ser crônico no clube é o pequeno número de produtos licenciados. Até mesmo os uniformes principais têm problemas de divulgação e distribuição em lojas.

PROMOÇÃO DOS JOGOS - O Santos ainda não aprendeu a promover seus jogos. Não entendeu ainda que cada jogo é um evento diferente. Insistem no #vempropaca e #vempravila. Torcedores pedem mais pontos de venda físicos, principalmente para os jogos em São Paulo, e divulgação nas escolas da Baixada Santista, nas partidas realizadas em Vila Belmiro.

PATROCÍNIO - Apesar de termos nosso uniforme quase totalmente preenchido, ainda falta o patrocínio máster. Não conseguimos firmar parceria por um longo período e os valores que recebemos não são satisfatórios para um time que pretende lutar por títulos. Apesar de não ser o melhor meio de engajamento com marcas, muitos gostariam de ver patrocínios pontuais em grandes jogos para melhorar as receitas do clube.

A análise desses cinco pontos já dá para ter uma noção que a área de marketing pode e precisa evoluir mais nos próximos meses. Não podemos mais repetir os mesmos erros do passado, como dificuldades para adquirir produtos licenciados e a tímida promoção dos jogos.

(*) Renato Ramirez é conselheiro eleito para o triênio 2018-2020. A opinião deste texto é de responsabilidade exclusiva do autor.

 

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