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Como Pelé e um novo logo poderiam ajudar gestão do Santos

O futebol mundial foi adquirindo nas últimas décadas cada vez mais relevância econômica no mundo inteiro, onde a busca pelas mais diversas formas de ganhar dinheiro e tornar um clube rentável têm sido imensamente exploradas para trazer cada vez mais harmonia para o caixa dos clubes.

E nessa corrida entre as grandes equipes do futebol em busca da grana, para que venham grandes jogadores e, consequentemente, mais condições de brigar por títulos, nós olhamos para o cenário atual do futebol brasileiro, onde temos clubes endividados, cheios de problemas estruturais e trazendo cada vez mais insatisfação da parte de seus torcedores. E é aqui que entra o Santos.

Nosso amado clube tem a marca mais reconhecida entre os clubes brasileiros em todo o mundo, além de sermos os maiores da América no século XX e, mesmo assim, sempre enfrentamos problemas financeiros, correndo em todas as temporadas com o pouco de recurso financeiro disponível para montar elencos que possam brigar por coisas grandes. Muitas vezes conseguimos brigar lá em cima, nem tanto pela força do time, mas sim pelo peso da camisa, pela mística que envolve o clube, que fez com que estivéssemos na elite do futebol brasileiro desde sempre, sem nunca conhecer a segunda divisão.​

O grande problema disso tudo é que nós nos acostumamos com isso, sabemos como funciona ano após ano já que conquistamos títulos dessa forma, como em 2002, com um elenco montado no improviso e na carência de dinheiro. Agora imaginem aonde poderíamos chegar com os cofres cheios somados à nossa tradição. Bom, vamos dividir essa análise em duas partes.​

Ordem na Casa ​

O primeiro passo seria uma nova filosofia como clube, representadas com uns ajustes no logo, algo sagrado que quando muito modificado é bastante criticado, mas aqui seria algo que não mudaria em nada a base do escudo lendário, mas teríamos algumas adições que marcassem uma nova era, valorizando o passado com as cinco maiores conquistas de nossa história, e a tardia, porém bem-vinda, adição da coroa ao time que merece mais que qualquer outro o título de "Real". ​

O novo escudo viria acompanhado de uma repaginação de nossa postura financeira, se inspirando no modelo adotado pela nova gestão do Flamengo que tirou o clube de uma sequência de dívidas, de forma responsável e extremamente rentável, permitindo posterior investimento em jogadores caros.​

O Marketing seria uma parte muito importante nesse processo, buscando soluções para trazer cada vez mais o torcedor para o clube, gerando mais receita e mais participação da torcida. Um programa de sócios com ganho de milhagens por ida a jogos ou consumo de produtos parceiros, por exemplo, incentivaria a participação maior dos sócios em troca de recompensas amplamente divulgadas pelas já bem sucedidas redes sociais do clube. E porque não criar uma linha casual retro juntamente com a Umbro, no intuito de criar peças limitadas e facilmente vendidas seguindo a estratégia de grandes clubes europeus que seguem essa linha. Essas são só algumas das ideias que tenho para tentar colocar nosso clube nos eixos, sempre com foco na comunicação visual de nossa marca gigante para alcançar tal objetivo. Sei que precisamos de muito mais que isso, mas são pequenas ações que quando somadas fazem grande diferença em nosso caixa.​

O foco dessas ações seria unir três pilares para a estrutura base de um grande time: os Torcedores, os investidores e o próprio clube.​

Reconquistando o Mundo​

Somos uma equipe mundialmente famosa, reconhecida em todos os cantos do planeta como um dos gigantes do futebol mundial e não podemos deixar isso ficar no passado.​

Precisamos buscar parceiros internacionais que viabilizem nossa entrada em alguns mercados internacionais, reconquistando espaço mundo a fora com excursões, eventos, parcerias e, principalmente, a divulgação. Para isso, poderíamos reunir especialistas na área de internacionalização de empresas, com o intuito de desenvolver estratégias para fincar nossa bandeira mundo afora, seja jogando uma Florida Cup ou Copa Audi, ou até mesmo tentando inaugurar algum estádio de Copa do Mundo no Qatar ou realizando amistosos em locais diferentes do planeta, sempre levando a grandeza de nossa marca, com um forte trabalho de divulgação.

E, claro, uma parceria com o Rei Pelé seria crucial para isso, afinal, nosso maior embaixador sempre andou lado a lado com o Santos aonde quer que esteja. Aliás, tributos ao Pelé são pouquíssimos comparados ao tamanho de sua figura. Por isso, estamos no momento certo para dar valor ao nosso eterno ídolo. Com Pelé ao nosso lado, seria fácil vender a imagem do Lendário Santos em qualquer canto, atraindo patrocínios internacionais e tendo melhor utilização de nossa imagem.​

O foco desses pontos que sugeri acima é trazer um olhar um pouco mais abrangente e fora da caixa da nossa gestão, além de despertar nos torcedores que lerem este texto, a ideia de pensar, criar, e expor ideias para melhorar o que é o Santos hoje como instituição, afinal, a parte principal, o que sustenta o clube somos nós, e nada mais justo que participarmos e levarmos juntos, nosso Clube sempre adiante.

(*) Guilherme Freitas de Oliveira é sócio do Santos e graduando em Publicidade e Propaganda. O texto é de responsabilidade exclusiva do autor.

 

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